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Os peixes, como
todos os animais, estão sujeitos a ser atacados
por doenças. Estas, na sua maioria, podem ser
facilmente tratadas mediante grande número de
medicamentos já existentes no mercado. Mas, melhor
do que tratar doenças é evitá-las.
Basta para isso seguir algumas simples regras de higiene:
Pôr os peixes em quarentena,
antes de estes serem colocados no aquário comunitário.
Para este efeito, utiliza-se um pequeno aquário
equipado com aquecimento e um difusor. Os peixes ficam
aí em observação durante pelo menos
três dias, a uma temperatura de 28°C. No caso
de alguma doença se declarar, esta poderá
ser aí tratada, sem perigo de contaminar os outros
peixes.
Ao fim da quarentena, e eventual tratamento,
os peixes podem ser então introduzidos no aquário
comunitário. Todos os acessórios como
redes, sifões, raspadores de algas, etc., nunca
devem ser passados de um aquário para o outro
sem serem bem lavados em água corrente ou, se
possível, desinfetados com água salgada.
É também conveniente efetuar uma desinfecção
das plantas antes de serem introduzidas no aquário,
utilizando para este efeito um dos produtos existentes
no mercado.

Assim como cada rio apresenta o seu
tipo de água, também de um aquário
para outro, por diversos motivos, a água pode
variar bastante na sua constituição. Os
peixes, como já se disse têm, na generalidade,
um poder bastante grande de adaptação,
mas este processo deve realizar-se lentamente.
Primeiro,
deve-se pôr os peixes novatos em um saco plástico
e introduzi-lo no aquário para que a temperatura
das águas se igualem. Depois vão-se introduzindo
lentamente (a cada 5 min.) pequenas quantidades de água
do aquário no recipiente que contém o
peixe, para que o pH e dH fiquem parecidos, assim a
variação será mínima. Só
então, os peixes devem ser soltos no aquário
e a água do saco ou recipiente deve ser descartada.
No caso de não se proceder desta
forma, alguns peixes mais sensíveis podem sofrer
o chamado choque por diferença de pH e dH mencionado
na parte reservada às doenças.

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